26.11.10

A vastidão das pernas finas e dos robustos bumbuns,o que mis há em alguém que tanto espera?Braços fortes e ainda tenho braços fortes e seguro as pernas.Cabelos dançam ao vento ao calor dos corpos e as cores tendem a ser todas azuis, é o azul em tudo que eu não consigo falar e nem consigo ver a cor do desenho, já é azul¨Blue colors, mesmo que um pareça segurar a perna do outro. Tão pouco a falar e tudo a dizer, eu não tenho nada que seja música, só um desenho que ganhei de um garoto.Você me diz a música assim como ouvi a sua voz ou sua respiração.

28.9.10

Pernas e um olhar fechado à perna se fundem a linha leve
E
Forte
Um traço de carne e as bolas se tornam de vários, como sonhos mexem os desenhos em desejos?

estou sem inspiração.nao sei o que quer?

7.9.10

Cachos e uma imensa cabeça, sem corpo as pontas, disso não ser o único escrito vento!
A frase que não saí da minha cabeça, diz desse.
Agora onde e como: “estou só,está seco,faz frio é noite!” e seus oito kilomentros a pé!
Mais em sua face, quatro pontos de marcação de uma estrada no seu infinito interno alem da imensidão de sua pele.

Quatro!

Estrada? As bolas grandes arremessadas no caminho. a fazem
Supor! Machucados, mordidas, bocas, antenas de moedas em face? Quanto?

Três sem pares ou tudo uma gosma marinha só?

Gesligo e um estar de palavras combate, ainda o estado não existir !
Ausência de som correu o tempo nessa quando resolvo ser o tempo a carne grita em sua dor de pele existo por ser pele sem coração, cachos flutuam.

25.8.10

Eis ser hora que flutua, alem do fantasma!
E a luz forte de uma nova redenção pelo sol de vários nomes e as pirâmides, que tudo forma de rabiscos?
Aquele que traz rabiscos em pele começa a ser apoio dessa saga.
Tudo é regaço, até o sorvete de plástico para umedecer a boca!
As imagens a quem devo palavra, o verbo.
Esta no desenho!
Onde os cabelos são cachos abril um bom mês para o ipê e as margaridas, troco, a vida de onde estará o próximo passo?
Desvenda?